19 outubro 2015
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19 outubro 2015, Comentários: 0

A utilização de adereços e tatuagens pelo corpo é uma tradição antiga e ganha significados diferentes conforme a época e a localização geográfica. Entre estes adereços, o piercing é um dos itens mais propagados. Muito comum hoje em dia, principalmente a partir da adolescência, o piercing deve ser tratado com seriedade, principalmente quando o local escolhido para utilizá-lo é a boca. Não importa a sua motivação, seja ela religiosa ou cultural, é preciso ter precaução para não transformar o seu desejo e a sua manifestação em um problema grave de saúde.

Piercing bucal

Entre os locais mais comuns para a colocação do piercing estão os lábios, a língua e a bochecha. Como todo procedimento, deve haver cuidado ao escolher a clínica e o profissional que fará a perfuração, já que envolve tecidos delicados, além dos riscos de contaminação. Busque referências anteriores antes de confiar este trabalho a qualquer pessoa. O profissional deve ter conhecimentos sobre as normas de biossegurança e ter sido preparado para realizar o procedimento. Não subestime os riscos!

Riscos

Apesar de ser ignorado por boa parte dos jovens, a colocação do piercing requer atenção devido ao risco de infecção ou reação alérgica. Além disso, se o procedimento não seguir o protocolo de biossegurança determinado, há grandes chances de contaminação de vírus como hepatite e o HIV.

Outra questão refere-se à contribuição de processos inflamatórios devido ao acúmulo de bactérias no local do piercing. Em relação à arcada dentária, o risco está relacionado à danificação por meio de fratura dos dentes, o que ocorreria em caso de movimentos bruscos envolvendo a joia. A dicção também pode ser afetada dependendo do local onde o piercing for colocado.

Se você já possui um piercing é importante manter o local sempre muito bem higienizado e tomar cuidado para não enroscá-lo.

Piercing dental

A nova modalidade de adorno, que vem conquistando os jovens, é indolor e não necessita de perfuração. O piercing dental, apesar de não ser consenso entre todos os dentistas, é menos invasivo e oferece menos riscos aos pacientes, se comparado aos outros piercings bucais.

Seu procedimento é similar à colocação do aparelho ortodôntico. O cristal é aplicado no dente por meio de colagem, assim como acontece com o bráquete do aparelho. Não há prejuízos aos dentes e nem precisa de anestesia, já que

utiliza apenas a cola ou adesivo no dente. A durabilidade depende muito do paciente, mas em média permanece por alguns meses.

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