
A extração de siso é a cirurgia que remove um ou mais terceiros molares, os últimos dentes a nascer. Ela é indicada quando o siso causa inflamação de repetição na gengiva (pericoronarite), dor, cárie, cisto ou risco para o dente vizinho. Sisos bem posicionados e sem sinal de problema podem ficar. Na Sorridere, no bairro Auxiliadora, em Porto Alegre, a cirurgia é feita pelo Dr. Marcelo Barboza Borille (CRO-RS 14520), com anestesia local ou com sedação endovenosa conduzida por médico anestesiologista. Um siso incluso leva em geral de 15 a 30 minutos, o inchaço chega ao pico no segundo ou no terceiro dia e a volta ao trabalho de escritório costuma acontecer em um a dois dias. Como referência de mercado, os valores anunciados por profissionais de Porto Alegre ficavam entre R$ 200 e R$ 800 em outubro de 2026. Não é a tabela da clínica: o valor do seu caso sai da avaliação com exame clínico e radiografia.
Guia completo sobre siso
Escolha sua dúvida para entender a avaliação, organizar a cirurgia e acompanhar a recuperação.
Para siso inflamado com inchaço ou febre, veja também urgência odontológica em Porto Alegre.
Extração de siso na Sorridere, em resumo
| Quem faz | Dr. Marcelo Barboza Borille, CRO-RS 14520 |
| Anestesia | Local, no consultório |
| Sedação | Endovenosa, com médico anestesiologista de serviço contratado, quando indicada ou quando o paciente prefere |
| Exames | Radiografia periapical na clínica; panorâmica e tomografia em clínica de radiologia, quando indicadas |
| Duração | Poucos minutos para siso já erupcionado; 15 a 30 minutos para siso incluso |
| Pontos | Retirada em 7 dias, quando o fio não é absorvível |
| Inchaço | Pico no 2º ou no 3º dia |
| Trabalho | Escritório: em geral, um a dois dias |
| Exercício intenso | Depois de 7 dias, com liberação |
| Valor de referência | R$ 200 a R$ 800, valores anunciados em Porto Alegre (Doctoralia, outubro de 2026). Referência de mercado, não é a tabela da clínica |
| Atendimento | Particular, com nota fiscal para reembolso. Segunda a sexta, das 9h às 19h |
Nem todo siso precisa ser removido
Vale começar por aqui, porque é o oposto do que a maioria das pessoas ouviu.
Um siso que erupcionou em boa posição, encaixa na mordida, é possível de higienizar e não dá sinal de problema pode simplesmente permanecer. Não há benefício em remover um dente que está funcionando.
A remoção se justifica quando existe benefício clínico claro ou risco real de comprometimento futuro, não pela simples presença do dente, e não por precaução genérica. É o mesmo critério descrito em quando não tratar.
O que muda essa conta:
- a posição do dente e quanto dele conseguiu erupcionar;
- a relação com o dente vizinho: se está empurrando, cariando ou reabsorvendo a raiz do segundo molar;
- a possibilidade de higienizar aquela região no dia a dia;
- o histórico de inflamação;
- a proximidade com estruturas anatômicas, que pesa dos dois lados: aumenta o risco de tirar, e às vezes é razão para tirar mais cedo, enquanto a raiz ainda não se formou completamente.
O que é o siso, e por que ele dá problema
O siso, ou terceiro molar, é o último dente a erupcionar, em geral entre o fim da adolescência e o início da vida adulta. Ele chega por último a uma arcada que já está ocupada, e é por isso que tantas vezes não cabe.
Quando não há espaço suficiente, ele pode:
- erupcionar parcialmente, deixando parte da coroa coberta por gengiva. É a situação de maior risco de inflamação, porque forma um espaço onde entra alimento e não entra escova;
- permanecer totalmente incluso dentro do osso, sem aparecer na boca;
- erupcionar inclinado, encostando no dente vizinho.
Siso incluso: parcial ou total
O termo incluso descreve o dente que não erupcionou por completo ou não erupcionou em posição adequada, por falta de espaço, posicionamento desfavorável, barreira óssea ou gengival, ou inclinação e rotação.
- Parcialmente incluso: parte do dente aparece na boca. É a condição mais associada à pericoronarite, a inflamação da gengiva que recobre a coroa.
- Totalmente incluso: o dente permanece inteiramente dentro do osso. Pode ficar assintomático por muitos anos, e também pode estar associado a cisto ou a reabsorção da raiz do vizinho, sem que a pessoa perceba.
Siso incluso não é outro procedimento. É o mesmo procedimento com mais planejamento: acesso cirúrgico específico, avaliação mais cuidadosa das estruturas próximas e um pós-operatório que costuma ser mais expressivo.
Siso deitado descreve a inclinação; siso incluso descreve a erupção. Um dente pode reunir as duas condições. A decisão não depende apenas desse nome: considera sintomas, higiene, alterações no dente vizinho e os riscos de remover ou acompanhar. A ausência de dor, sozinha, não substitui essa avaliação.
Quando a extração é indicada
- pericoronarite: episódios de inflamação da gengiva sobre o dente parcialmente erupcionado, especialmente se recorrentes;
- dor recorrente ou desconforto persistente na região;
- cárie no siso ou no dente vizinho: a cárie dentária causada pela dificuldade de higiene naquela área;
- risco ao segundo molar: o siso inclinado pode reabsorver a raiz do vizinho, e isso costuma ser silencioso até ser tarde;
- cisto ou lesão associada ao dente incluso, identificada na radiografia;
- dificuldade de higiene com inflamação gengival persistente, quadro que pode exigir tratamento periodontal como parte do planejamento;
- indicação preventiva em casos selecionados, quando a posição torna o problema previsível e a remoção mais cedo é tecnicamente mais simples e com recuperação melhor.
Esse último ponto merece nota: em pessoas mais jovens, com raiz ainda não completamente formada, a cirurgia costuma ser menos complexa e a recuperação mais rápida. Isso não torna a extração obrigatória, mas é uma variável real na conversa sobre o momento.
Quando a extração exige mais cautela
- proximidade com o nervo alveolar inferior, na mandíbula, ou com o seio maxilar, na arcada de cima;
- condições sistêmicas descompensadas;
- uso de medicações específicas: anticoagulantes, imunossupressores e, com atenção particular, medicamentos para osteoporose da classe dos bisfosfonatos e similares, que mudam o planejamento;
- infecção ativa extensa, que em geral precisa ser controlada antes;
- limitações anatômicas: abertura de boca reduzida, posição muito profunda, raízes com anatomia desfavorável.
A tomografia pode complementar a radiografia quando a relação entre as raízes e o nervo, ou outra dúvida anatômica, pode mudar a conduta. Ela não é necessária para todos os sisos: a indicação depende do exame e da pergunta que precisa ser respondida. O planejamento por imagem ajuda a avaliar o caso, mas não elimina os riscos da cirurgia.
Como é a cirurgia de siso, passo a passo
1. Avaliação e imagem. Exame clínico e radiografia quando indicada. A tomografia pode ser solicitada se uma dúvida anatômica relevante persistir e o resultado puder mudar o planejamento.
2. Planejamento. Definição da técnica conforme a posição e a profundidade do dente, e da necessidade de controlar inflamação prévia antes de operar.

3. Anestesia local. A cirurgia é feita com o paciente acordado, com a região anestesiada. Você não sente dor durante o procedimento. Sente pressão e movimento, que é diferente.
4. Acesso e remoção. Em sisos erupcionados e bem posicionados, a remoção pode ser direta. Em sisos inclusos, é necessário acesso cirúrgico: descolamento da gengiva, remoção de uma pequena porção de osso e, com frequência, divisão do dente em partes, o que parece pior e na prática é melhor, porque remove menos osso.
5. Sutura. Pontos retirados em 7 dias, quando o fio não é absorvível.
6. Orientações. Detalhadas, por escrito, e específicas para o tipo de extração feita.
Anestesia local ou sedação endovenosa
A maioria das extrações de siso é feita só com anestesia local. Você fica acordado, a região fica anestesiada e o que se sente é pressão e movimento, não dor.
Para quem tem medo intenso de dentista, para quem vai tirar os quatro sisos na mesma sessão ou para cirurgias mais longas, a Sorridere oferece sedação endovenosa no próprio consultório. A medicação é aplicada na veia por médico anestesiologista de serviço contratado, que monitora pressão, oxigenação e batimentos durante todo o procedimento. Você fica relaxado e sonolento, respira sozinho e costuma lembrar pouco da cirurgia.
A sedação pede jejum, acompanhante adulto na saída e avaliação prévia da sua saúde, e tem custo próprio, somado ao da cirurgia. Dormir completamente só acontece com anestesia geral, que é feita em hospital.
O passo a passo de cada modalidade está em anestesia e sedação.
Quem faz a sua cirurgia
Na Sorridere, a extração de siso é feita pelo Dr. Marcelo Barboza Borille (CRO-RS 14520), formado pela UFRGS em 2003, com especialização em Implantodontia pela ULBRA. A radiografia periapical é feita na própria clínica. Panorâmica e tomografia, quando a dúvida anatômica pede, são feitas em clínica de radiologia e analisadas na consulta. Quando há sedação, ela fica a cargo de médico anestesiologista, que acompanha o paciente do início ao fim. Se o caso tiver indicação de anestesia geral em hospital, ele é encaminhado a um serviço hospitalar.
Como é a recuperação
A recuperação depende da posição dos dentes, da complexidade da cirurgia e da sua condição de saúde. As orientações recebidas na consulta têm prioridade sobre os prazos gerais abaixo.
Nas primeiras 24 horas: compressa fria na face, intercalando períodos com e sem. Repouso relativo. Alimentação fria ou morna e macia. Nada de bochechar, cuspir com força ou usar canudo: a sucção pode deslocar o coágulo.

Inchaço: aparece no dia seguinte e costuma atingir o pico entre o segundo e o terceiro dia, e não logo após a cirurgia. Saber disso evita o susto de acordar pior no segundo dia achando que algo deu errado.
Dor: manejada com a medicação prescrita, tomada nos horários combinados, e não só quando dói. É mais fácil manter a dor controlada do que recuperar o controle depois que ela se instala.
Abertura de boca: pode ficar limitada por alguns dias, sobretudo em sisos inferiores inclusos. Normaliza progressivamente.
Higiene: escovação normal nos outros dentes desde o primeiro dia, com cuidado na região operada. Manter a boca limpa reduz o risco de infecção. Evitar escovar por medo é o erro mais comum.
Retorno às atividades: trabalho de escritório, em geral em um a dois dias. Atividade física intensa, depois de 7 dias e com liberação, porque o esforço aumenta sangramento e inchaço.
Quando ligar: sangramento que não cede com compressão de gaze; dor que aumenta a partir do terceiro dia, em vez de diminuir, que pode indicar alveolite; febre; pus; ou dormência persistente no lábio ou na língua além do período esperado da anestesia.
Recuperação, dia a dia
- No dia da cirurgia. A anestesia passa em algumas horas. Compressa fria no rosto, comida fria ou morna e macia, e nada de cuspir, bochechar ou usar canudo.
- Segundo e terceiro dia. O inchaço chega ao pico. Acordar mais inchado no segundo dia é esperado e não quer dizer que algo deu errado. Para a maioria das pessoas, esse é o pior momento.
- Do terceiro ao quinto dia. Dor e inchaço começam a diminuir. Se a dor voltar a aumentar a partir do terceiro dia, ligue para a clínica: pode ser alveolite, que tem tratamento.
- No sétimo dia. Retorno para revisão, retirada dos pontos quando o fio não é absorvível e, em geral, liberação para exercício intenso.
- De três a quatro semanas. A gengiva fecha o espaço onde estava o dente. O osso segue se remodelando por alguns meses.
O detalhamento completo está nas orientações de pós-operatório.
Riscos do procedimento
Toda cirurgia tem risco, e é melhor conhecê-los antes:
- alveolite: o coágulo se desfaz e o osso fica exposto, causando dor forte a partir do terceiro dia. É a complicação mais comum e tem tratamento;
- infecção pós-operatória;
- alteração de sensibilidade no lábio, no queixo ou na língua, por proximidade com o nervo. Na grande maioria dos casos é temporária; em uma minoria pequena, pode ser prolongada. Uma revisão da literatura encontrou alteração de sensibilidade do nervo alveolar inferior entre 0,35% e 8,4% das extrações de sisos inferiores, quase sempre temporária, com risco maior acima dos 24 anos e em sisos horizontais (Sarikov e Juodzbalys, 2014). É justamente o risco que a tomografia ajuda a dimensionar antes;
- comunicação com o seio maxilar, em sisos superiores com raízes próximas ao seio;
- fratura de uma pequena porção de osso ou lesão em restauração do dente vizinho.
A conversa sobre esses riscos, aplicados ao seu caso específico, faz parte da avaliação de cirurgia bucal, e é ela que sustenta a decisão de operar ou de acompanhar.
Tirar os quatro sisos de uma vez ou por etapas?
Depende do caso, da sua condição de saúde e da complexidade de cada um. Fazer tudo numa sessão concentra a recuperação num período só; fazer por lados permite mastigar de um lado enquanto o outro cicatriza. As duas abordagens são válidas e a escolha é conversada.
Antes de escolher uma sessão única, confirme quais dentes realmente têm indicação de remoção. Na decisão por etapas, combine a sequência, o intervalo e o retorno. Também vale planejar a alimentação depois da extração e esclarecer o que está incluído no orçamento.
Preciso de sedação? Não necessariamente. Muitas extrações, inclusive dos quatro sisos, são feitas só com anestesia local. A sedação endovenosa com médico anestesiologista é uma opção para ansiedade intensa ou cirurgias longas, e a escolha é feita na avaliação.
Quanto custa tirar o siso em Porto Alegre
Em outubro de 2026, os valores anunciados para extração de siso por profissionais de Porto Alegre na Doctoralia ficavam entre R$ 200 e R$ 800. A diferença vem da posição e da profundidade do dente, da necessidade de tomografia e do número de sisos operados. A sedação endovenosa soma os honorários do médico anestesiologista, e a anestesia geral em hospital soma também as taxas hospitalares.
Esses números são referência de mercado, para fins educativos. Não são a tabela da Sorridere: o valor do seu caso sai da avaliação, por escrito, depois do exame clínico e da radiografia. O que comparar entre orçamentos está em quanto custa tirar o siso.
Dúvidas frequentes sobre siso
O que levar e esclarecer antes da cirurgia
Leve os exames que já possui e informe doenças, alergias, medicamentos em uso e experiências anteriores com anestesia ou sangramento. Não suspenda medicamentos nem comece antibiótico por conta própria.
Confirme com a equipe as orientações sobre alimentação ou jejum, acompanhante e transporte, pois elas dependem da anestesia e do procedimento planejados. Combine o retorno, como entrar em contato se houver intercorrência e o tempo de afastamento adequado à sua atividade. As recomendações para depois estão no pós-operatório de extração de siso.
Extração de siso na Auxiliadora, para toda Porto Alegre
A Sorridere fica na Rua 24 de Outubro, 1440, no bairro Auxiliadora, perto de Moinhos de Vento, Independência, Bela Vista, Mont’Serrat e Rio Branco, e atende pacientes de toda Porto Alegre e da região metropolitana desde 2003. A avaliação do siso é feita pelo Dr. Marcelo Borille, com exame clínico e radiografia, e a decisão entre operar ou acompanhar sai dessa consulta.
Como chegar
- De carro. O estacionamento do prédio é pago, com entradas pelas ruas laterais: Av. Nova York, 14, e Av. Mariland, 777.
- De Uber ou táxi. O desembarque é na portaria principal, na Rua 24 de Outubro, que tem área coberta para embarque e desembarque.
- Horário. Segunda a sexta, das 9h às 19h. Telefone e WhatsApp: (51) 3346-3277.
O atendimento é particular, sem convênio odontológico, com nota fiscal para pedido de reembolso.
Agende sua avaliação em Porto Alegre
Na avaliação de siso, o Dr. Marcelo faz o exame clínico e a radiografia e responde três perguntas: se o seu siso precisa sair ou pode ser acompanhado, qual a complexidade esperada e se a cirurgia será com anestesia local ou com sedação. O critério está descrito em como decidimos o tratamento. A Sorridere atende na Rua 24 de Outubro, 1440, bairro Auxiliadora, em Porto Alegre, de segunda a sexta, das 9h às 19h.
Perguntas frequentes
Todo siso precisa ser extraído?
Não. Sisos bem posicionados, funcionais, higienizáveis e sem sinal de problema podem permanecer. A remoção se justifica quando há benefício clínico claro ou risco real de comprometimento futuro, identificado no exame clínico e na radiografia.
A extração do siso dói?
Durante o procedimento não, porque a região está anestesiada: você sente pressão e movimento. Desconforto no pós-operatório é esperado e é manejado com a medicação prescrita. Dor que aumenta a partir do terceiro dia não é esperada e deve ser comunicada.
Quanto tempo fico inchado?
O inchaço costuma aparecer no dia seguinte, atingir o pico entre o segundo e o terceiro dia e regredir a partir daí. Varia muito conforme a complexidade da extração: um siso erupcionado e um siso incluso profundo têm recuperações bem diferentes.
Qual a diferença entre extrair um siso comum e um siso incluso?
É o mesmo procedimento com graus diferentes de complexidade. O siso erupcionado em boa posição pode ser removido de forma direta. O incluso exige acesso cirúrgico (descolamento da gengiva, remoção de uma pequena porção de osso e, muitas vezes, divisão do dente em partes), com planejamento mais cuidadoso e pós-operatório mais expressivo.
Existe risco de ficar com o lábio dormente?
Existe, e depende da proximidade entre a raiz do siso e o nervo. Na grande maioria dos casos em que ocorre, a alteração de sensibilidade é temporária. É justamente para dimensionar esse risco antes que se indica tomografia quando a radiografia mostra proximidade, e é uma das informações que você recebe antes de decidir.
Posso tirar os quatro sisos de uma vez?
Pode, dependendo do caso e da sua condição de saúde. A vantagem é concentrar a recuperação; a desvantagem é que os dois lados ficam sensíveis ao mesmo tempo. Fazer por lados permite mastigar do lado que já cicatrizou. A escolha é conversada na avaliação.
Quanto tempo depois volto a trabalhar?
Para trabalho de escritório, em geral um a dois dias. Atividade física intensa espera liberação, porque esforço aumenta sangramento e inchaço. Casos mais complexos podem exigir mais tempo, e isso é informado antes para você se programar.
Tirar o siso entorta os dentes da frente? E tirar resolve o apinhamento?
Nenhuma das duas coisas. A relação entre siso e apinhamento anterior é bem menos direta do que se acredita, e a extração do siso não é indicada como tratamento ortodôntico. Se há apinhamento, o caminho é a avaliação de aparelho dental.
Estou com a gengiva inflamada em cima do siso. Já posso operar?
Depende da extensão do quadro e das condições para tratar com segurança. O atendimento pode incluir limpeza local, controle da infecção e remoção do dente quando indicada. Não existe um intervalo único obrigatório: o dentista define a sequência após examinar a região. Veja as orientações sobre siso inflamado e pericoronarite.
Quanto tempo dura a cirurgia de siso?
Um siso que já nasceu costuma sair em poucos minutos. Um siso incluso leva, em geral, de 15 a 30 minutos, conforme a profundidade e a posição das raízes. Com sedação, conte também o tempo de preparo e de recuperação da medicação antes de ir para casa.
Qual é o pior dia depois de tirar o siso?
Para a maioria das pessoas, o segundo ou o terceiro dia, quando o inchaço chega ao pico. Depois disso, dor e inchaço vão diminuindo. Dor que volta a aumentar a partir do terceiro dia não é o esperado e merece contato com a clínica, porque pode ser alveolite.
Dá para tirar o siso dormindo?
Dormir completamente só com anestesia geral, feita em hospital. No consultório, a Sorridere oferece sedação endovenosa conduzida por médico anestesiologista: você fica sonolento e relaxado, respira sozinho e costuma lembrar pouco do procedimento. Quando o caso tem indicação de anestesia geral, ele é encaminhado a um serviço hospitalar.
Quem faz a extração de siso na Sorridere?
O Dr. Marcelo Barboza Borille (CRO-RS 14520), formado pela UFRGS em 2003, com especialização em Implantodontia pela ULBRA. Quando há sedação, ela é feita por médico anestesiologista de serviço contratado.
É pior tirar o siso de cima ou o de baixo?
Em geral, o de baixo. O osso da mandíbula é mais denso, os sisos inferiores ficam inclusos com mais frequência e as raízes podem estar perto do nervo que dá sensibilidade ao lábio e ao queixo. O de cima costuma sair com mais facilidade, mas pode ter raízes próximas do seio maxilar. Quem define a complexidade é a radiografia.
Ainda dá para tirar o siso depois dos 40 anos?
Dá, quando existe indicação. Com a idade, a raiz já está completa e o osso fica mais denso, o que tende a tornar a cirurgia mais trabalhosa e a recuperação mais lenta. Uma revisão da literatura encontrou risco maior de alteração de sensibilidade acima dos 24 anos. Por isso a indicação depois dos 40 é mais criteriosa, e em sisos muito próximos do nervo a coronectomia pode ser uma alternativa.
Dá para tirar o siso pelo SUS em Porto Alegre? Vocês atendem convênio?
Pelo SUS, o caminho começa na unidade de saúde do bairro, que avalia e, se for o caso, encaminha para um dos oito Centros de Especialidades Odontológicas da cidade. Com dor forte ou inchaço, a urgência odontológica atende no Pronto Atendimento Cruzeiro do Sul e na UPA Moacyr Scliar. Na Sorridere o atendimento é particular, com nota fiscal para pedir reembolso ao plano.
Quantos dias de atestado depois de tirar o siso?
Para trabalho de escritório, em geral um a dois dias. Cirurgias mais extensas, sedação e trabalho físico pedem mais tempo. O atestado informa os dias de afastamento do seu caso, e o código da doença (CID, como K01.0 para dente incluso e K01.1 para dente impactado) só entra no documento se você autorizar.
Quanto custa tirar 1 siso em Porto Alegre?
Em outubro de 2026, os valores anunciados por profissionais de Porto Alegre na Doctoralia ficavam entre R$ 200 e R$ 800 por extração. É referência de mercado, não a tabela da Sorridere. O valor do seu caso sai da avaliação, por escrito, depois do exame clínico e da radiografia, e muda com a posição do dente, a necessidade de tomografia e o tipo de anestesia ou sedação. O que comparar entre orçamentos está em quanto custa tirar o siso.
Faz uma semana que tirei o siso e ainda dói. É normal?
Algum desconforto pode durar alguns dias, mas a dor deve diminuir aos poucos. Se ela piorou depois do segundo ou do quarto dia, ou vem com mau gosto na boca, pode ser alveolite, a complicação em que o coágulo do alvéolo se desfaz. O tratamento é feito em consultório e costuma aliviar rápido. Febre, pus, inchaço que cresce ou dificuldade de abrir a boca também pedem contato com o dentista que operou. Veja também dor durante e depois da extração.
Quem pode tirar o siso: dentista ou cirurgião bucomaxilofacial?
A extração de siso é um procedimento odontológico. Muitos casos são resolvidos por cirurgião-dentista com formação em cirurgia, e os mais complexos, como dente muito profundo ou próximo de estruturas delicadas, podem pedir um cirurgião bucomaxilofacial ou um hospital. Na Sorridere, a avaliação é feita pelo Dr. Marcelo Borille, CRO-RS 14520, que diz na consulta se o seu caso pode ser feito na clínica ou deve ser encaminhado.
Onde tirar o siso em Porto Alegre e como escolher a clínica?
Compare o que cada clínica faz antes, durante e depois: se há exame de imagem antes de decidir, quem opera, se a sedação é feita por médico anestesiologista, se o orçamento vem por escrito e se existe orientação e contato no pós-operatório. A Sorridere atende na Rua 24 de Outubro, 1440, na Auxiliadora, de segunda a sexta, das 9h às 19h, e a avaliação é o primeiro passo para saber se o siso precisa sair.
As informações desta página têm caráter educativo e não substituem consulta presencial, diagnóstico individualizado ou planejamento cirúrgico específico. A decisão sobre manter ou remover um siso depende de avaliação clínica e radiográfica.
Conteúdo revisado por Dr. Marcelo Barboza Borille, CRO-RS 14520, responsável técnico da Sorridere (CRO-RS EPAO 2231). Última revisão: outubro de 2026.